O sistema médico primitivo tradicional burocrático atual é caracterizado pelo atendimento centralizado pós-sintomático de alto custo fixo (imobiliário, manutenção, pessoal e treinamento), falta de aplicação generalizada de medicina avançada de alta tecnologia, devido a barreiras/interesses econômicos/religiosos burocráticos/monopolistas e uso/abuso de drogas psico-neurológicas que atuam sobre sintomas ao invés das causas, que em adição ao uso de drogas neurológicas de entretenimento, geram efeitos colaterais debilitantes a médio/longo prazo, incluindo em células neurais, que de outra forma seriam aos 100 tão eficientes como que aos 10 anos de idade.

O atual paradigma tecnológico médico de "doença e morte" é de origem pré-científica e baseada em senso comum ilustrado por religião. Supostamente em certo ponto arbitrário (levando a falta de oxigênio para células neurais do cérebro), considerado sem retorno, ocorre a "morte" com energia ("alma") deixando e desligando o corpo (falta de atividade elétrica no coração e cérebro), quando de fato 99,99% das células estão vivas/ativas neste ponto. Coloca o cuidado com a saúde como produto/serviço excepcional ou inútil (excepcionalidade da doença e inevitabilidade da morte), reduzindo e limitando o engajamento pleno de pacientes e/ou parentes que tendem a ter um comportamento pessimista/conformista.

O NOVO PARADIGMA, PROTOCOLO E PRODUTO TECNOLÓGICO MÉDICO DE VIDA PERMANENTE BUSCA PRESERVAR, REGREDIR, REGENERAR E PROGREDIR SEUS COMPONENTES: VIDA SISTÊMICA (CÉLULAS COM SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO NATURAIS), VIDA CELULAR (CÉLULAS COM SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO ARTIFICIAIS), VIDA ATÔMICA (CÉLULAS DESATIVADAS ATOMICAMENTE ESTRUTURADAS ), VIDA GENÉTICA (DNA BIOLÓGICO E MEMÓRIA DE INTERFACE INDIRETA TEXTO-ÁUDIO-VÍDEO) E VIDA INFORMÁTICA (DNA E MEMÓRIA DE INTERFACE DIRETA NEURAL BINÁRIA).

A atual definição de "morte médica" é de uma falha em reiniciar o sistema respiratório-circulatório após 2 a 5 minutos de tentativas, porque supostamente levaria a "irreversível" dano/paralisação do sistema neurológico devido à falta de oxigênio. Suposta "morte legal" é correntemente a paralisação do sistema neurológico (falta de atividade elétrica no cérebro). Mas usando aparelhagem cardio-respiratória artificial avançada e/ou baixando a temperatura do corpo reduz-se a necessidade de oxigênio (cerca de 50% menos a cada redução de 10 graus Celsius), possibilitando a sustentação de Vida Celular e futura progressão.

A morte por envelhecimento é causada principalmente pela evolução genética, principalmente a programação da redução de hormônios/enzimas para impedir recrescimento dos telômeros do final do DNA, limitando a divisão celular, levando à disfunção celular e a mortalidade. Morte e reprodução sexual melhoraram a preservação das espécies através da diversidade de DNA, levando a uma maior resistência, especialmente contra infecção viral/bacteriana, dentro de um período limitado de tempo de vida.

A humanidade, entretanto, agora controla a programação genética que pode substituir a diversidade como um meio de aumentar a resistência e a preservação da vida. Humanos com declínio hormonal/enzimático genético podem reverter o envelhecimento com suplementação hormonal/enzimática combinada com suplementação imunológica, nutricional, física/mental (e/ou estímulo elétrico de células musculares e neurais) para preservar a Vida Sistêmica, evitando crescimento de câncer derivado de telômero de DNA reduzido e câncer ambiental/genético, com suplementação imunológica.

O Paradigma e Protocolo da Vida Permanente preserva, regride e progride a Vida em 5 dimensões, Sistêmica, Celular, Atômica, Genética e Informática, protegendo contra todas as causas de morte, incluindo hemorragia generalizada, infecção viral/bacteriana, câncer ou eliminação total do corpo físico atual, incluindo incineração ou desaparecimento, preservando o código genético do “hardware” e a memória do “software”.

Conceitos primitivos de morte são danosos a Vida, não são cientificamente atuais, são ilegais/inconstitucionais (conflito com motivação original do legislador para preservar a vida baseada na ciência avançada e com outras leis hierarquicamente superiores de proteção da vida). Reduzindo a temperatura do corpo por exemplo pode estender a janela para reativar o sistema cardio-respiratório (há vários casos de sobrevivência a mais de duas horas sem oxigênio em baixo de gelo dentro de águas geladas), equipamentos cardiorrespiratórios artificiais podem manter Vida Celular indefinidamente e permitir progressão futura. Uma mulher grávida com cérebro e coração "mortos" teve sua Vida Celular preservada por mais de 4 meses para completar a sua gestação. O mesmo equipamento deveria ser utilizado para manter a Vida Celular de qualquer indivíduo.

Células podem dividir/crescer indefinidamente desde que o telômero celular (extremidade dos cromossomos) tenha tamanho adequado induzido pela enzima telomerase que por sua vez é induzida por hormônios. Células neurais (produzidas até os 6 anos e potencialmente posteriormente) e musculares cardíacas (renovadas de 0,3% a 1% ao ano baseado em datação por carbono) não tem um tempo de vida fixo, podem crescer em tamanho, podem sobreviver indefinidamente (se não forem destruídas por drogas neurológicas, câncer, vírus, bactérias e tiverem proteção adequada), podem ser substituídas/recuperadas através de estímulo interno (enzimas/hormônios de regeneração/reparo) e/ou introdução externa de células tronco/reparo/substituição (bio células, nanorobôs e/ou super células artificiais). Indivíduos considerados "mortos" pela medicina tradicional primitiva tem 99,99% de células vivas e neurônios saudáveis semelhantes ao tempo da infância (a não ser se afetados pelo efeito colateral de drogas neurológicas ou poluentes).

Evidências teóricas e empíricas demonstram que a VIDA É PERMANENTE e que Vida Sistêmica, Vida Celular, Vida Atômica, Vida Genética e Vida Informática podem ser preservadas, regredidas, regeneradas e progredidas. Procedimento médico eficiente envolveria por exemplo equipamento cardiorrespiratório e/ou preservação hipotérmica de Vida Celular; preservação criônica desidratada/reidratada de Vida Atômica seguida de circulação porosa intercelular (nutrição/oxigenação direta externa das células) e recirculação vascular; regeneração celular com suplementação hormonal/imunológica/nutricional/física para buscar progressão de volta à Vida Sistêmica com estímulo físico, químico, elétrico e/ou magnético/fotônico.

Vida sistêmica deve ser preservada com atividade física/mental sistemática e suplementos nutricionais/hormonais/ imunológicos: hormônios/células brancas bio-idênticas e bio-específicas (vacinas anti-câncer/vírus/bactéria); nano-marcação celular sensitiva/seletiva (fototérmico/eletromagnético/bioquímico); crescimento de tecido/órgão específico através de células tronco com transferência nuclear ou reprogramação/pluripotência genética para acelerar o crescimento de células saudáveis e reprimir o crescimento de células não saudáveis. Anomalias como câncer, massa muscular recrescida fraca ou defeito ventricular cardíaco podem ser evitadas com hormônios/vacinas bio-idênticas, exercício/nutrição suplementar, monitoramento e/ou intervenção corretiva.

Vida Atômica não-identificável ou não-individualizável (matéria em movimento ou energia cinética) é provada ser permanente com partículas atômicas e sub-atômicas que podem ter bilhões de anos. Vida não morre só se transforma. Humanos são feitos de cerca de 100 trilhões de células rotativas e 7 octilhões de átomos rotativos que podem durar para sempre interagindo com o meio ambiente e com a tecnologia humana. Vida Atômica individualizável ou identificável (com código de DNA único ligado a átomos estruturados celularmente) já é tecnologicamente possível (em teoria e/ou prática) de preservar, regredir, regenerar e progredir de volta a Vida Sistêmica. Vida Permanente Individualizada Humana deve ser protegida e não dispersada com perda de identidade. Qualquer pessoa pode ter um átomo de oxigênio ou hidrogênio que pertencia a um dinossauro ou homem das cavernas que tiveram suas Vidas Atômicas dispersadas ficando não identificáveis e sem preservação de DNA.

Embriões, oócitos, esperma, células-tronco, sangue de cordão umbilical e tecidos ovarianos/testiculares humanos são correntemente preservados, regredidos e progredidos de/para Vida Celular (célula ou sistemas integrados celulares desativados) de/para Vida Atômica (estrutura celular desativada) com criopreservação-reativação. Sistemas respiratório e circulatório tem sido reativados rotineiramente e o sistema neurológico é teoricamente possível de reativar via estímulo físico, químico, elétrico, magnético e/ou fotônico.

O problema a ser resolvido é um de complexidade e logística, requerendo apenas recursos, execução, tempo e experiência para ser totalmente concluída. Células embrionárias de sangue do cordão umbilical foram desidratadas com congelamento seco (congelamento seguido de sublimação em vácuo), preservadas a temperatura ambiente e reidratadas com sucesso. Isto representa enorme potencial para redução de custo de criopreservação e para elevação do potencial de reativação, com uso de criopreservativo de trehalose extra/intracelular-organelas, vibração mecânica e campo eletromagnético para congelamento instantâneo sem formação de cristais.

Congelamento instantâneo resulta em um corpo "esponja" poroso seco totalmente/parcialmente que pode ser rehidratado/regenerado por meio de circulação adicional porosa/intersticial/intercelular de alta (líquido) para baixa (vácuo) pressão. Circulação Porosa Intercelular total, para todo corpo, ou parcial para órgão, tecido, segmento do corpo danificado sem circulação vascular, em adição a circulação parcial vascular para o resto do corpo. Este protocolo seria recomendado no caso de uma circulação vascular artificial geral ou segmentada não ser possível por causa de hemorragia, infecção viral/bacteriana e/ou câncer generalizados. Células seriam adicionadas/regeneradas por mitose ou por introdução de células tronco externas com nano marcadores para guiá-las para o lugar e/ou a utilização de suportes biodegradáveis para montar completamente órgãos/tecidos.

Vidas Sistêmicas de outros animais e plantas tem sido preservadas/regredidas/progredidas de/para Vida Sistêmica, Celular e Atômica. Tardígrados suportam alterações de menos 100 graus Celsius a mais de 100 graus Celsius e suportam o vácuo do espaço, calor/radiação solar através de desidratação de células, regredindo à Vida Atômica e de volta para Vida Celular e Vida Sistêmica, incluindo a capacidade de reprodução, convertendo glucose para trehalose.
Nematóides suportam menos 196 graus Celsius. Plantas de musgo, sapos, lagartos, tartarugas e esquilos árticos suportam abaixo de zero grau Celsius, temperaturas de congelamento de água, com criopreservativos celulares de açúcar/proteína (água celular não irá congelar à temperatura usual) e entram em diferentes níveis de hibernação, aumentando/diminuindo atividade celular e oxigênio/energia necessários. Um besouro do Alaska suporta -60C. O rim de um coelho foi congelado (vitrificado), descongelado e transplantado com sucesso.

Vida Permanente define a saúde como produto/serviço de abrangência/utilidade total, proporcionando economias de escala (produção em massa) e economias de escopo (multi utilidade), com engajamento/inclusão política, social, econômica, cultural plena de todos pacientes e/ou parentes. A adoção e divulgação deste paradigma tem impacto imediato filosófico na sociedade com substancial aumento no bem estar físico e psicológico.

Devido a conhecimento limitado, falta de recursos, ineficiência, hábitos econômicos, sociais, culturais e religiosos primitivos, ocorre atualmente o abandono da Vida Sistêmica, Vida Celular, Vida Atômica, Vida Genética, Vida Informática do paciente, após parada nos sistemas respiratórios, circulatórios, neurológicos, potencialmente parcial ou totalmente reversíveis a curto e/ou longo prazo.

O conceito arbitrário, abstrato, primitivo, pseudo-científico de "morte" era inicialmente a parada do sistema respiratório, depois circulatório e atualmente neurológico, que é seguida de paradas celulares graduais e dispersão atômica parcial no ambiente. Em geral em procedimentos mortuários tradicionais, apenas o esqueleto remanesce após o abandono da Vida Celular em alta temperatura ambiente, ou ainda pior o corpo com células vivas pode ser queimado até virar gases e cinzas (todos os átomos/móleculas serão reciclados no ambiente com perda da indentidade do DNA).

A suposta "morte" é acompanhada em geral por crenças religiosas sobre uma suposta manutenção de uma identidade estrutural energética/fotônica ("alma/espírito") e agrupamento destas em algum local específico ("céu" ou "paraíso") ou retorno a um novo corpo ("reencarnação espiritual"). Estas crenças foram criadas e propagadas com o artifício de que teriam supostamente origem em uma entidade divina criadora super poderosa racional que teria se manifestado a seres humanos específicos ("profetas"). MORTE É UM CONCEITO RELIGIOSO DE SENSO COMUM PRÉ-CIENTÍFICO.

A maior parte da energia ou dos elétrons de um indivíduo, permanece orbitada ao redor de neutrons/protons dentro de átomos, especialmente de hidrogêneo, oxigênio, nitrogêneo e carbono que tem milhões ou bilhões de anos de existência. Estes átomos/moléculas podem se dispersar total ou parcialmente no ambiente sem manutenção de qualquer identidade (DNA) com a estrutura atômica do indivíduo original. A liberação de todos elétrons poderia ocorrer em caso de um enterro dentro de uma estrela como o Sol ou em um reator nuclear artificial e causaria a dispersão total não identificável destas partículas sub-atômicas.

O conceito primitivo de "morte" ou de suposta vida fotônica pós-morte ("alma") é irreal, desnecessário e improvável, no entanto alguma forma natural ou artificial de identidade fotônica poderia ser possível, especulado ou acreditado desde de que isto não leve ao abadono da identidade conhecida do DNA celular. O primitivo conceito de morte deve ser substituído pelo conceito de Vida Permanente e seus componentes: Vida Sistêmica (sistemas respiratórios, circulatórios e neurológicos de integração celular), Vida Celular (estrutura de células individuais não integradas), Vida Atômica (estrutura celular de átomos), Vida Genética (bio código genético no DNA) e Vida Informática (código genético DNA em formato computacional binário; mémoria/história social, econômica, cultural e psicológica).

O conceito de Vida Permanente pode ser mais atraente para indivíduos sob forte pressão emocional ou psicológica em busca de explicações religiosas sobrenaturais. O importante é que crenças religiosas não causem danos a Vida Permanente dos Seres Humanos e que ao contrário fortaleçam a busca da preservação, regressão, regeneração, progressão dos componentes da Vida Permanente. OS PROCEDIMENTOS MORTUÁRIOS RELIGIOSOS OU TRADICIONAIS CORRENTES SÃO ALTAMENTE DANOSOS A VIDA PERMANENTE E NÃO DEVEM OCORRER: VIDA SISTÊMICA, CELULAR E ATÔMICA DEVEM SER PROTEGIDAS.

O paradigma tecnológico médico de Vida Permanente busca a preservação, regressão, regeneração, progressão da Vida Sistêmica (via suplemento nutricional, immunológico, físico e hormonal), Vida Celular , Vida Atômica (via criopreservativo de glicose/trehalose mais fosfato, potássio, sódio e/ou cálcio para penetrar/proteger membranas/organelas celulares, congelamento instantâneo/seco, desidratação, reidratação, circulação porosa intercelular e regeneração), Vida Genética (preservação bio celular de código genético para reprodução celular regenerativa e/ou reprodução completa via transferência nuclear para oócito para desenvolvimento de filho-irmão gêmeo ou filha-irmã gêmea) e Vida Informática (hardware/software humano: código genético DNA binário audio-visual para bio transferência e informações memoriais, de identidade histórica-sócio-econômica-cultural, para educação ou upload cerebral via interface visual ou direta).

Embriões (Vidas Celulares) vem sendo desativados (regredidos para Vidas Atômicas) por clínicas de reprodução via congelamento criônico, com preservação celular com crio preservativos, para depois serem reativados com sucesso para fins reprodutivos ou descartados. Esta atividade é permitida na maioria dos países, mas é danosa a vida (quando permanentemente regressiva/destrutiva) e não deveria ser permitida pelo critério de proteção a vida. Alternativamente é possível congelar crionicamente oócitos/esperma (gametas femininos/masculinos) e células adultas com núcleo contendo DNA para transferência para oócito desnuclearizado (reprodução via mesmo DNA ou DNA híbrido novo).

A transferência nuclear de célula adulta para um oócito (gameta feminino não fertilizado produzido e descartado regularmente por mulheres férteis não é uma Vida Celular independente), tem sido erroneamente, ilegalmente e inconstitucionalmente proibida em muitos países por ser supostamente danosa a vida. Não há de fato qualquer tipo de dano, ao contrário, esta técnica é progressiva e regenerativa, não regride e nem destroi vida, ao contrário preserva Vida Genética e desenvolve Vida Celular que alternativamente pode ser progredida/incorporada a Vida Sistêmica do núcleo original (desenvolvimento direto de tecidos, fluidos ou órgãos) ou desenvolver uma Vida Sistêmica independente com o mesmo código genético (DNA) apartir do desenvolvimento de sistemas respiratórios, circulatórios e neurológicos independentes que integram estas novas células.

Obviamente não pode haver retirada danosa de tecidos, fluidos ou órgãos de uma Vida Sistêmica independente, mesmo tendo o mesmo código genético, apartir do desenvolvimento dos sistemas de integração celular especialmente o sistema neurológico, especialmente o cérebro, o que passa a carecterizar um novo indivíduo, uma nova Vida Sistêmica e uma nova Vida Permanente protegida.

Se houver a desativação temporária de uma Vida Sistêmica por evento não premeditado, poderia haver um empréstimo de órgãos para evitar uma parada em outra Vida Sistêmica, o que seria uma medida protetiva/progressiva a Vida Permanente. Poderia haver a devolução de órgãos a Vida Permanente original a partir da parada sistêmica na Vida Permanente receptora ou devido a uma rejeição do órgão. A preferência está no desenvolvimento de órgãos biológicos, eletrônicos ou bioeletrônicos com o mesmo DNA do receptador apartir de oócito receptador de núcleo transferido de célula adulta com mesmo DNA.

Uma vez que o embrião (Vida Celular) cria sistemas respiratórios, circulatórios e especialmente neurológicos (incluindo cérebro), passa a existir uma Vida Sistêmica independente da Vida Sistêmica que originou o DNA, devendo ser protegida. Não há sentido ou necessidade de uso de Vidas Celulares com DNA diferente para incorporação em uma Vida Sistêmica distinta (haveria neste caso uma regressão e risco de rejeição para esta Vida Celular).

Abortos destroem Vidas Celulares (embriões) e devem ser substituídos por transferência embrionária ou fetal para outra mãe, para incubadora (seca/ar ou molhada/liquido) ou quando ainda não tecnologicamente possível para preservação criônica com crio preservativos para futura transferência. A proibição legal de abortos não é eficiente porque não é operacionalmente possível ao governo ou sociedade controlar ações voluntárias de um indivíduo sobre o seu próprio corpo na privacidade de uma unidade residencial ou comercial (além do risco de vida para ações clandestinas abortivas especialmente sem perícia médica adequada). Incubadoras com líquido aminiótico, máquinas-pulmão-coração-rim (oxigenar/nutrir/suplementar/filtrar o sangue do feto) poderiam reduzir gestação de gravidez indesejada de mãe involuntária a tempo inferior a cinco meses. Clínicas de aborto poderiam ser substituidas por clínicas de gestação e/ou transferência para incubadora.

Sociedade e governos, no interesse da preservação da vida e proteção de menores, não devem requerer ou obrigar responsabilidade parental através de leis e processos criminais ou civís (pagamentos), pois incentivam abortos ao invés de gestação para posterior adoção ou guarda governamental em uma instituição de internato educacional, preferencialmente universitária. Na impossibilidade da gestação voluntária, como último recurso deve-se então optar pela transferência embrionária/fetal (mãe-gestora/incubadora) quando tecnologicamente possível ou para preservação criônica de Vida Atômica para futura reativação, evitando a destruição abortiva de Vida Celular ou Vida Sistêmica. Adicionalmente deve-se desenvolver e aperfeiçoar o uso, multiuso, eficiência e alternativas complementares de métodos de controle de natalidade para eliminar a prática abortiva.

Preservação (ou transferência quando tecnologicamente possível) de Vidas Celulares embriônicas ou Vidas Sistêmicas fetais/infantis/adultas não gera déficit econômico (despesa), ao contrário gera superávit (investimento) pois quando economicamente ativas podem gerar em média receita superior ao custo da sua preservação. A destruição de Vidas Celulares ou Sistêmicas gera prejuízo econômico e psicológico significativo a sociedade. A transferência e regressão de Vida Celular para Vida Atômica (congelamento criônico) como medida protetiva contra a sua possível destruição é válida e eficiente como última alternativa voluntária a abortos (destruição do embrião/feto), depois de tentativa de transferência de responsabilidade parental (Vida Sistêmica com gestação completa de 8-9 meses), transferência para incubadora (a partir de 4-7 meses de gestação) ou transferência de embrião para outra mãe (quando tecnologicamente possível).

Órgãos (sistemas celulares menores com funcionalidade específica) de pacientes com Vida Celular, mas Vidas Sistêmicas inativas, também podem ser preservados via empréstimos temporários para outros pacientes visando manter sua Vida Sistêmica ativa, retornando ao paciente original quando o receptador também tiver Vida Sistêmica inativa. Órgãos biológicos, eletrônicos ou bioeletrônicos podem também substituir órgãos danificados ou ausentes. Milhões de Vidas Sistêmicas podem ser mantidas com a administração eficiente (rápida e móvel) de um banco de empréstimos a partir de Vidas Celulares estendidas e preservadas. O objetivo principal deve ser desenvolver órgãos com o mesmo DNA do receptador para evitar rejeição ou supressão do sistema imunológico.

Vida Atômica deve ser preservada com desativação de células (para subsequente reativação após reidratação e regeneração celular) usando criopreservativos (glicose/trehalose), congelamento instantâneo/seco (-20 a 40 Celsius, vibração eletromagnética/mecânica, sublimação em vácuo, formando uma esponja porosa seca celularmente estruturada), reidratação (vapor, névoa, spray e líquido) e circulação porosa intercelular em adição a parcial recirculação vascular (assumindo que está obstruida o que levou a regressão de Vida Celular com equipamentos de circulação artificial vascular para Vida Atômica para progressão futura de volta).

Recirculação inclui hormônios e glóbulos brancos bio-específicos e bio-idênticos com mesmo DNA (vacinas anti câncer/ virus/ bactérias) para acelerar o crescimento de células saudáveis e suprimir células não saudáveis. As células devem ser alimentadas com glicose/oxigênio (etc) diretamente via poros/membranas/veias/artérias/capilares reforçadas/alargadas (ciclo/fluxo por pressão/osmose/eletrólise/gravidade), restabelecendo Vida Celular aquática/molhada. Depois de regeneração da estrutura celular, poros celulares podem ser reduzidos/fechados para funcionalidade normal(substituindo/alterando trehalose para glicose, buscando fechar maior porosidade celular e da pele para níveis normais).

Vida Genética (bio DNA celular e memória com interface indireta de testo-áudio-vídeo) e Informática (DNA em código binário de computador e memória com interface neural direta) também podem ser preservadas para reprodução celular via transferência nuclear e reprogramação genética pluripotente celular para crescimento de tecido/órgão ou reprodução/crescimento completo do corpo em nova Vida Sistêmica independente geneticamente idêntica, com transmissão de memória/educação (preservação de hardware/software humano similar, com mesmo DNA e mémoria similar/aproximada).
M E S I S T E M
Sistema Médico Móvel Global
PARADIGMA DA VIDA PERMANENTE
TECNOLOGIA DE VIDA PERMANENTE